quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Tempo

Estou escrevendo este post, porque estou em falta com meu blog e com meus leitores assíduos hehehe, na verdade vou ficar um tempo sem escrever - se eu conseguir - porque estou ocupadíssima escrevendo um livro, isso mesmo e este está me tomando bastante tempo e suprindo minha vontade de escrever.
Mas isso não significa abandono, significa que logo voltarei com a corda toda e com um“romance” para divulgar!
Aguardem-me!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O poder da "Bette"

Hoje não seria o dia ideal para escrever no meu blog, porque não me sentia inspirada para tal, estava apenas navegando na internet, fazendo o que faço sempre, vendo e-mails, Orkut, MSN, uma olhada rápida no cilc RBS, mercado livre e claro olhando novidades sobre a Jennifer – alguma foto ou vídeo novo – então entrei no Google pra procurar algo sobre a 6° temporada do TLW, e vcs sabem como é isso né?
Entra numa página acaba indo ora outra, quando vê você já entrou em 500 páginas diferentes e perdeu até o foco inicial!
Essa é a magia da Internet..rsrs
Foi quando me deparei com um blog de uma HETERO e comecei a ler seus post, porque achei interessantes e bem montados foi aí que me deparei cara - a - cara com o post abaixo!
Copiei INDENTICO, fiel ao original “blog singularidades”!
Acreitem se quiser!

Jennifer Beals (L Word)
Porque, para mim, a série podia resumir-se à Bette sentadinha numa cadeira, que eu não me importava.
Porque é uma senhora actriz e tem um olhar super expressivo.

Porque a cena do primeiro episódio em que a Bette e a Tina fazem amor continua a ser a cena de sexo mais linda que eu já vi.
Porque deve beijar *muito* bem.

Porque além de ser escandalosamente boa, ainda é inteligente (Yale University!).

Porque 20 anos depois, consegue parecer mais jovem que no Flashdance.

Porque a Bette é poderosa.

Porque quando ela sorri, eu sorrio também e depois chateio-me comigo mesma por ser tão ridícula.

Porque é impossível ser-se hetero quando há mulheres assim...


domingo, 11 de janeiro de 2009

Perfume...


Ao contrário do que parece não vou escrever sobre o filme
“Perfume, a história de um assassino” vou falar sobre cheiros e perfumes!
Sei que meus “post’s” às vezes são meio diretos outros indiretos, na verdade são formas de me expressar em relação a algo que de alguma forma chega até mim, claro que sob o meu ponto de vista.
Acredito que todos nós gostamos de cheiros agradáveis, salve algumas pessoas com algum tipo de “excitação psicopática”, mas fora isso, sabemos o quanto é bom entrar em um local com um odor agradável, uma pessoa com os cabelos perfumados, a roupa perfumada e um perfume agradável - não intenso ou forte –
Sei que há inúmeras fragrâncias e gosto pra todas elas e que às vezes não necessariamente o perfume de alguém lhe agrade ao ponto de fazê-lo usar.
Agora, convenhamos por mais “doce” ou “forte” que seja um perfume é muito melhor do que uma pessoa que “fede”, vou escrever algo que pode chocar você, mas é pura verdade, a pessoa que fede não sente o próprio cheiro, os outros é que sentem, então fique atendo quando alguém elogiar você dizendo que você é perfuma(o) isso significa que não está fedendo ou seja continue assim!
Agora cuidado se você nunca ouviu nada! Isso é um sinal amarelo!
Bem, se alguém (admiro a pessoa que teve coragem de alertá-lo) já lhe criticou ou comentou sobre algum odor seu....xiiii é porque chegou ao extremo do sinal vermelho! VOCÊ FEDE!
Banho tem de ser diário, ao meu ponto de vista devíamos tomar 2 banhos por dia,( sei que nem sempre é possível, mas UM é sagrado) afinal como eu disse, nós não sentimos o nosso cheiro!
Aprendi que não é fácil encontrar o seu perfume preferido, tipo a marca, a fragrância, até não encontrá-lo você pode não saber o valor que um perfume tem em nossa vida!
Outra coisa que não entendo e que não me entra na cabeça é aquela pessoa que só usa perfume se for a uma festa, ou no domingo, e os outros dias? Você também está em contato com outras pessoas, o olfato delas funciona de “segunda a segunda” crie o hábito!
Quando eu (estou falando de mim) tomo banho antes de ir dormir, eu coloco meu perfume, isto cria uma marca, cria uma personalidade, quando sentirem aquele perfume em algum lugar lembrarão de você!
Não seja lembrado por feder!
Outro detalhe use perfume bom, use coisa boa que tenha um bom fixador, de que adianta tomar banho de perfume vagabundo que após 5 minutos o seu suor ardido cheira mais q o perfume???? N-A-D-A
Invista em você, seja completa (o) compre algo bom, que faça parte de você, que lembre sua personalidade!
Todas as pessoas bem sucedidas que conheci, usavam perfume agradável, que deixava o rastro onde passavam, eram lembradas pela educação, pelo bom papo e acreditem, pelo seu perfume de boa qualidade.
Parece bobagem???
SE você acha isso, com certeza ainda não está pronto para triunfar!
Se você achou “asneira” o que escrevi, é porque o seu perfume deve ser dos mais vagabundos isso SE você usar, por que deve provavelmente não usar nada e JURAR que peida flores!
Agora se você começou a fazer uma retrospectiva e lembrou dessas pessoas bem sucedidas e associou com o fabuloso perfume que usavam é porque você entendeu a “essência” do que quis dizer!
Quer dicas de bons perfumes??
Isso é muito pessoal, não tenho como citar nomes, afinal tem aquela coisa da personalidade de cada um.
Agora, posso sim listar as melhores marcas onde certamente você deveria começar por elas!
As melhores marcas:
· Christian Dior
· Kenzo
· Calvin Klein
· Girgio Armani
· Hugo Boss
· Chanel
· Gianni Versace
· Carolina Herrera
· Gucci
Valor médio do investimento: R$ 300,00

“Meia boca” pra quebrar o galho:
· Boticário
· Natura
Valor médio de investimento: R$ 80,00

NUNCA COMPRE:
· Avon
· Contém uma grama
· Contra-tipos (no geral)
· Esses de revistinha
Valor médio jogado no lixo: R$ 20,00

Bom, pra quem não viu o filme “Perfume a história de um assassino” veja, excelente!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Mãe, um ser supremo!

Cansei de ser “boazinha” ao ser discreta, hoje serei direta!
E doa a quem doer, ou melhor, me processa, já que este é teu costume mesmo!!!
Digo que, nunca ninguém é 100% dono da verdade, nunca ninguém “acerta” sempre, ninguém é perfeito!
Tirando, minha “mãe”!
Essa é dona da verdade suprema, absoluta, não erra, não mente, não deve peidar, nem morrer como nós, meros seres inferiores!
Provavelmente deva achar, ou melhor, ratificando, deve ter certeza que nunca adoecerá que nunca precisará de alguém quando estiver velha, caquética, sem saúde e talvez até precisando de fraldas, que as pessoas que estão hoje ao seu lado talvez não estejam amanhã, enfim, o tempo é sábio e também cruel....por isso cuide bem da sementinha que está plantando hoje!
Essa “pessoa” com certeza é alheia ao mundo, alheia as coisas que realmente importam, mas atenta ao rancor, a picuinha e a fofoca.... Porém, sente-se injustiçada e não consegue ver-se dessa forma, pois a sua visão egocêntrica e perfeita não permite que a veja como é....já lamentei por isso, hoje não mais....
Resolvi escrever estas linhas abaixo a nível de “visão externa”, obviamente que talvez falte humildade nela para compreender o que digo, mas quem sabe lendo-as algumas dezenas de vezes....
Vamos lá!
Conversar com donos da verdade pode ser um porre, uma aventura até divertida, uma compra de briga gratuita ou o que quer que seja, dependendo do seu preparo para enfrentar uma pessoa egocêntrica e perseverante, turrona em manter seu ponto de vista apenas e tão somente por que foi expelido (nunca expressado) por ela.
Normalmente os donos da verdade assim não se julgam, mas adoram subjugar as opiniões alheias, principalmente se tiverem uma ascendência, profissional, moral sobre o indivíduo com ponto de vista diferente.
O dono da verdade, - da sua verdade - parte de um pressuposto completamente equivocado: Que sua lógica ou bom senso a direcionou a uma conclusão óbvia, que deve ser por toda acatada sem qualquer discussão.
Essa lógica é tão absoluta em sua mente, que podemos argumentar até o final dos tempos com a maior autoridade no assunto sem mudar um segundo sequer o seu ponto de vista.
Há também os donos da verdade que nem perdem tempo estudando suas bases para debate. Têm sua opinião e é isso o que conta. (Acredito que este é o caso)
Como lidar com estas pessoas?
É necessário conviver com elas?
Há um jeito de cavar um buraco e enterrá-las todas nas profundezas do esquecimento?
Tudo é possível desde que você tenha disposição para tanto.
Explico: Você pode ser uma pessoa tão turrona quanto seu interlocutor, pode ser um gozador a fim de tirar um barato da cara do imbecil, pode também ironizar e irritar o adversário de maneira que ele perca as estribeiras e conseqüentemente a razão, mostrando sua verdadeira face, pode desmoralizar seu estudo e pode até mesmo, dialogar civilizadamente.
Todas estas formas de reação dependerão única e exclusivamente do seu estado de espírito para com “o dono da verdade”. (no caso a dona)
No mais, minha recomendação para quando estiver na presença de um destes senhores(as) cheios de idéias é:
Se divirta, pois as risadas e as piadas que virão daí são mesmo impagáveis. (o que já acontece hoje)
Vira chacota e assunto de domingo, corre como pólvora a tentativa frustrada de “minar” a opinião dos outros...mas como eu disse a sua visão “superior” não a permite enxergar....
E fazendo apenas um adendo a tudo isso, ressalvo que, a situação fica mais impressionante quando o assunto é o mesmo a mais de 4 anos...
Patético!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Bette Porter


Analisando Bette Porter, essa "personalidade", literalmente a personalidade da personagem, na qual me atrai e que tanto admiro, obviamente interpretada por quem????? heheheh... JB... Bom, vamos lá!

A personagem traz dentro de si um conflito entre o demonstrar e o ser, talvez por ter se cobrado sempre uma postura ativa e atuante perante os outros. Observando o pouco que foi mostrado da sua relação com o pai, talvez possamos supor que esta postura tenha sido incentivada e cobrada por ele desde a infância (recordem-se de quando ele discute com ela, no Ep. 05 - Lawfully, afirmando que ela tinha sido criada para ser uma vencedora, o primeiro lugar em tudo...). Esta ambivalência é velada por sua postura, tão aparentemente voluntariosa e confiante, ou seja, Bette em princípio não deixa transparecer suas fragilidades, suas dúvidas, seus medos.Mas seria superficial afirmar que se trata apenas disso. Há sempre um "porquê" atrás das posturas, do que é dito e do que não se é dito através das palavras... E Bette ao demonstrar força não deseja apenas encobrir suas fragilidades. Além disso, busca encobrir o seu desejo de proteção, de que alguém se preocupe com ela, que não "dê apenas presentes práticos" (Ep. 09, quando lhe mandam flores no Museu), que, enfim a olhem como uma mulher...A primeira impressão que se tem dela é a de uma muralha, todo-poderosa, com um papel de liderança e de bom senso dentro do grupo de amigas (Ep. 03 - Longing, onde Alice pergunta a ela o que fazer com Gabby). Dentro do seu relacionamento também assume a liderança e as responsabilidades financeiras do casal. Como curadora do C.A.C. (Centro de Artes da Califórnia), tem uma atuação agressiva, autoconfiante, batalha pelo que quer (Ep. 03, em sua jornada atrás de Peggy Peabody) e nos primeiros episódios do seriado ela consegue tudo. O que demonstra querer pode ser bastante diverso do que é seu desejo. Porque quanto mais se reforçam as conquistas do "eu" (Ego ou Moi) maior é a distância do que se deseja (Isso ou Je) - apesar de que o sofrimento mesmo do neurótico é dar voltas e voltas atrás daquilo que julga querer (e que no fundo não é aquilo que quer!).Um outro aspecto que chama a atenção em Bette é a sua relação com o tempo. Parece que ela pretende se adiantar ao relógio, pois sempre a vemos apressada, atarefada, sempre correndo... Onde se pode inferir também essa fuga do seu desejo, pois se corre tanto certamente é de alguma coisa! Será um modo de expressão da angústia essa pressa toda? Será negação? Será simplesmente pressa? Será tudo isso junto?A partir do Ep. 08 - Listen Up, Bette começa a participar de um grupo terapêutico com Tina. No final do episódio há um momento em que ela se permite entrar em contato com essa angústia ("o que está acontecendo comigo?", "estou entrando em pânico?"). Este episódio inicia o que denomino como a "queda da Muralha", porque em seguida acontecem duas situações que, em minha opinião, provocaram uma espécie de rachadura nesse Eu Ideal que foi tão bem construído pelo seu psiquismo: o aborto de Tina e o ataque de Fae Buckley e sua Coalizão de Cidadãos Preocupados contra a exibição de Provocações no C.A.C. Numa sessão do grupo, após o aborto, Bette mais uma vez resiste a mostrar seu sofrimento ao dizer que "não precisa chorar" - inclusive não a vemos demonstrando se sofreu com isso (apesar de se inferir que sim, certamente sofreu, mas por esse histórico de "bancar a fortaleza" suas defesas a salvaram de ruir diante dos outros).Falando um pouco sobre seu relacionamento com Tina. Pelo que sabemos as duas estão comprometidas há 7 anos em uma relação estável e, diante de todos, um exemplo a ser seguido (atentem para o comentário de Dana a Tina sobre elas terem marcado uma consulta com um terapeuta, logo no início do Pilot: "mas vocês são o melhor casal, gay ou hétero que eu conheço!"). Mas... o que vemos em seguida? A primeira cena que mostrou que as duas estão vivenciando uma situação de desencontro foi a consulta com o terapeuta. A cena mostra Tina sentada, esperando Bette, que chega correndo. Durante a sessão, quando o terapeuta as questiona sobre a qualidade de sua vida sexual e relaciona isso com a inseminação, Bette o desafia, dizendo que ele não entenderia jamais o que acontece num relacionamento lésbico sendo um homem hétero e Tina rebate comentando que muitos casais resolvem ter filhos em momentos de crise. Logo em seguida a sessão acaba e Bette, com alívio, vai embora carregando Tina consigo.Bette atribuiu a si mesma (ou lhe foi posto) o papel de provedora, situação totalmente condizente com as suas outras atitudes externas. Mas, ao tomar para si este papel, Bette sofre. Isso é perceptível na sua cobrança por total exclusividade (a sua reação ao perceber que não tinha sido a primeira pessoa a saber da gravidez de Tina no Ep. 04) bem como nas queixas que faz (por exemplo sobre Tina ter contado a Kit sobre a presença do seu pai na cidade no Ep. 05). Percebe-se que ela é possessiva, apesar de dar sinais em vários momentos que não valoriza a sua companheira, o que faz com que se retorne à questão da ambivalência de Bette Porter. Retomando a cena no Ep. 08 em que ela se questiona sobre o seu pânico, há também uma pergunta: "estarei me desapaixonando pela Tina?" Inserindo um aspecto ligado à Bette, percebe-se que Tina inicia uma espécie de renascimento (do "eu", não da sua estrutura de personalidade), após começar a trabalhar com Oscar, o que torna a distância das duas mais evidente para ambas, sendo que em Bette o impacto parece ser maior por sua fragilização, pela sensação de "perda de chão" - isso começou de forma sutil com a rejeição do pai à gravidez de Tina, caminhando a passadas maiores com a tentativa das duas se "fundirem" (elas no ep.07 – L’Ennui falam apenas da gravidez, que se torna o ponto de fusão do relacionamento, transformando-as essencialmente em “mamães”), seguindo adiante com os ataques à Provocações feitos por Fae Buckley, o aborto inesperado de Tina... Estas situações agiram como um sinalizador, colocando a personagem no "olho do furacão", isto é, de encontro a uma outra Bette, da qual ela nada quer saber, a Bette faltante.Um aspecto polêmico antes de encerrar a coluna! O que aconteceu entre Bette e Candace pode ser entendido como uma busca desesperada por apoio. Candace a encontra em crise, suas defesas já não fazem o mesmo efeito. Bette se encontra num "papel" que não lhe é peculiar, muito estranho. Penso que ter escutado "não é sempre que pode ficar no controle de tudo" fez com que ela entendesse algumas coisas sobre si. Bette se deixa seduzir, o que faz com muita culpa. E o que a impede de encerrar a história é essa mesma culpa que a direciona a "quebrar a ponte" (expressão usada por sua irmã Kit no Pilot), a terminar o seu relacionamento, coisa que ela não quer - o que é perceptível no seu desespero no chuveiro onde é Tina que se oferece para cuidar dela, após ela ter pedido que tentassem outra gravidez logo que possível. Bette em ruínas...Eis como termina a primeira temporada de The L Word

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Grito

Hoje vi claramente que nunca conseguimos nos libertar totalmente, que nunca seremos livres totalmente!
Que essa vida é isso é pronto...
Não tem alternativa....não tem pra onde fugir, na real tem que fingir...Fingir que é legal, fingir que ta afim, fingir e fingir....
Porque se não nos habituamos a isso não vivemos...a vida é uma mentira maldita! Mentira sim, pq eu tenho que guardar o que sinto, não posso falar o que penso pq estou sendo julgada sempre....
Na verdade acho que sou eu que não pertenço a essa mediocridade ambulante, essa hipocrisia maldita...
Viver “encenando” pra agradar os outros...pq??
Por que esses “OUTROS” merecem MEU sacrifício??
Vai ver que é porque um dia já mereceram... Mas não mais...
Ah! Poupem-me da maldita vitimologia!
Sei que quando cai o mundo, quando se nos rói tudo, até o tempo que julgamos encontrar e não encontramos se torna um limite absurdo para nós próprios, determinante convincente do que se passa fora do que somos.
Quando cai o céu dos desleixados, das mentes sãs em corpos perdidos, adoentados, engripados, apodrecidos, quando cai o céu dos que fora de nós o são em nós mesmos, eu encho o peito de ar para ser forte, sempre serei forte quando sinto que há necessidade de o ser.
Fora do que somos cai tudo o que outros eram antes, do que já foram dentro de nós, bem aqui dentro, tão fundo, caem lágrimas...

domingo, 16 de novembro de 2008

Vampiros entre nós...


Infelizmente os vampiros existem sim.
Somos “mordidos” praticamente todos os dias e de forma tão delicada que nem percebemos muito bem.
Vampiros é o que mais tem por aí, estão por toda parte porém nem sempre é fácil de identificá-los antes do “ataque”, pois ao contrários dos filmes de ficção, eles não andam somente a noite, nem tem medo de cruz, não tem caninos avantajados ou dormem dentro de caixões, são pessoas de aparência normal, estão em toda parte e freqüentemente entre nós!
Já o “ataque” é similar aos da ficção, te deixa fraco, pra baixo, sem forças!
As pessoas “vampiras” sugam sua energia, não seu sangue, como no cinema.

Sabe aquelas pessoas que dizem que são seus amigos, mas te envenenam?
Pois bem....
São aquelas pessoas que adoram despejar suas dores, mágoas, problemas sobre a sua cabeça, estão sempre reclamando, com inveja dos outros, te pegam de vagar, vão despejando aos poucos seu “veneno” vão te sugando lentamente, sua energia vai esvaindo-se e quando você percebe elas vão embora leves e soltas e te deixam com o peso dentro do peito, fraqueza quase incontrolável, resumindo te deixam acabado!
Se isso já aconteceu com você saiba que já foi vitima então de um vampiro, se ainda não aconteceu proteja-se, pois a qualquer momento você será sugado!